
Das conjeturas concernentes à figura feminina, a que me chama mais a atenção é a comparação com uma flor. Logicamente, eu não saberia dizer qual o primeiro autor a fazer esse paralelo, mas muitos outros utilizaram essa comparação para descrever a figura feminina. Por essa razão, mostrarei o meu ponto-de-vista com base nesse argumento.
O primeiro aspecto que me chama atenção é que flores existem em diversos lugares. Talvez os pessimistas achem que mulher é tudo igual, que só a roupa e o endereço é que são diferentes, mas eu digo que não: a flor pode existir em diversos lugares, mas ela se destaca de outras folhagens. Não há como você confundir uma rosa, por exemplo, com qualquer outra hortaliça.
O segundo é que cada flor tem uma característica em particular. Existem flores que se destacam pela beleza, pelo perfume, pela raridade e até mesmo pelo paladar.
Um outro aspecto é que existem flores que você precisa conhecer primeiro, para que você não seja traído em suas qualidades e se machuque com seus defeitos. Como por exemplo, aquele observador desapercebido que tenta apanhar uma rosa e se fere com seus espinhos.
Com tudo isso, cabe ao homem perceber o aspecto concernente a característica da mulher que lhe aprouver, pois é necessário reconhecer o destaque que ela produz com sua presença, pois existe diferença entre flores (mulheres que destacam-se por sua essência, virtudes e características pessoais) e outras folhagens (mulheres que não exalam nada além de um ressoar vazio); cabe ao homem perceber qual a característica mais marcante de uma mulher, seja a beleza (não quer dizer que a mulher deva ser vista como objeto), a sua inteligência, o seu carisma, a sua simplicidade, a sua ternura ou até mesmo a sua fragilidade (fragilidade essa que muitas vezes quer expressar, subjetivamente, a vontade de ficar juntos); cabe ao homem perceber que cada uma mulher é única e especial, que independente dos espinhos que a vida tem lhe proporcionado, existem beleza e perfume a serem apreciados.
Por diversas vezes, eu expressei uma opinião muita clara e pessoal de que eu ainda acredito que o homem seja o responsável pela conquista, mas nunca será vulgaridade a mulher expressar os seus sentimentos (fazer com que o seu perfume exale) e deixar a sua beleza à vista (fazer com que sua beleza e interesse sejam percebidos).
No jogo da conquista, não existe vencedor ou perdedor, pois a vitória é única e cabe celebrar todo esse momento terna e vorazmente.
“Amor é um fogo que arde sem ser ver, é ferida que dói, e não se sente; é um contentamento descontente, é dor que desatina sem doer”. (Soneto 74 – Camões)
“Se cada um faz a sua história, a nossa pode ser feliz também, se o coração diz sim à paixão, como o outro pode dizer não?” (Trecho da música A Lenda, composta por Ricardo Feghalli [Roupa Nova])

Amigo! sinceramente você sabe tocar na alma das pessoas.
ResponderExcluirFico muito feliz em saber que existem pessoas como você, que sabe distinguir mulheres, pois só assim você saberá escolher a pessoa certa para construir seu futuro. Futuro esse que ninguém poderá mudar, pois o melhor que Deus tem para você está em seu coração e na sua sensibilidade. Sensibilidade que poucas pessoas são dignas de terem.
Só uma observação: Essa crônica está lindaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
Te adoro muito!
Beijos da sua eterna amiga!
Margarete
Nossa Luiz você é sensacional hein "A Mulher como uma flor" esse texto é divino,amei...espero que você continue nos surpreendendo com suas crônicas porque são lindas.Você sabe se inspirar mesmo.
ResponderExcluirJa disse e repito adoro seus textos...que você continue assim sempre nos alegrando com lindas palavras!!!grande abraço
Lindo, hoje novamente resolvi ler sua crônica e como já lhe disse várias vezes está perfeita, adorei!!!
ResponderExcluirEspero que vc continue sempre escrevendo esses textos maravilhosos que nos surpreende a cada dia...parabéns.
vc é muito especial, que Deus continue te abençoando...um grande beijo!!!
Catia
Somente hoje pude realizar uma leitura pormenorizada de sua crônica e assim conjeturá-la. Entendo que, apesar de o assunto ser de teor bastante explorado desde os primórdios (mulher = flor, flor = mulher), poeticamente falando achei o seu ponto de vista um tanto quanto interessante. Seu texto aborda de forma singela a arte da conquista partindo do princípio de que o conquistador deve estar sempre atento às escolhas a serem feitas.
ResponderExcluirComparar a mulher a uma flor remota da época em que a mulher era considerada o “sexo frágil”, no entanto, tal conceito já não expressa a atual realidade. As mulheres estão conquistando cada vez mais o espaço outrora dominado pelos homens, sabem se defender e também atacar. Por isso, hoje em dia é tão comum ver as mulheres deixando de ser a “caça” para serem as “caçadoras”!
Pra ser sincero, sou um cara romântico do tipo que ainda manda flores, pois como você mesmo descreve em seu texto, cada flor tem uma característica em particular, existe uma flor para cada ocasião. Apesar de gostar de flores, não sou um especialista na arte da floricultura, nesse caso na hora de escolher recorro na maioria das vezes ao auxílio do (a) amigo (a) vendedor (a) de flores.
Apesar da mudança de comportamento das mulheres em relação às normas impostas a elas pela sociedade no passado e de sua atual condição de “independência”, a de conveniarmos de que a grande maioria gosta mesmo (e muito) de ser cortejada. No fundo, no fundo o que elas querem mesmo é serem amadas como nunca foram na vida! Sonham com sua cara-metade, sua alma gêmea, seu príncipe encantado, seu par perfeito...
E nós, homens, esperamos um dia ser a fonte desta felicidade tão almejada por elas. [Eudes Pimentel]
Oi Luiz! Tudo bem? Adorei suas crônicas pelo simples fato de você falar sobre nós mulheres de uma forma doce, gentil e carinhosa. Parabéns!! Se todos os homens pensassem como você seria maravilhoso. bjss...
ResponderExcluirDenise